É fundamental insistirmos que é a produtividade que permitirá ganhos sustentados nos salários, e não o contrário, como por vezes nos querem convencer no discurso público.
As recentes polémicas e mudanças no executivo são péssimos sinais. O caso TAP revela um amadorismo atroz e impreparação de muita gente para assumir os cargos que ocupam.