Eurofirms regista aumento da procura por soluções flexíveis de recrutamento à medida que a indústria do entretenimento se consolida como motor de emprego sazonal.
Aproximamo-nos de mais um momento decisivo para o futuro da investigação científica em Portugal. Talvez se consiga dignificar a profissão, dotando-a de estabilidade e previsibilidade, e abrindo a porta à regularização da maioria das situações.
"Em matéria de contratação dos médicos, os resultados estão à vista. Conseguimos contratar a grande maioria dos médicos que estavam disponíveis e vamos prosseguir este esforço de contratação", garantiu o governante esta quinta-feira.
Candidaturas estão abertas para as vertentes NOS Alfa Tech, Biz e Data, com os candidatos a usufruírem de um programa que inclui mentoring e formação desenhado à medida. O programa tem uma taxa de integração de 90%.
Antecipa-se que a atual solução venha a ter, na prática, efeito inverso ao pretendido, reduzindo a contratação de uma categoria de trabalhadores cujo ingresso (ou reingresso) no mercado de trabalho é mais difícil.
Os contratos, com a duração de seis anos, destinam-se a investigadores júniores, investigadores auxiliares e investigadores principais. Candidaturas deverão ser apresentadas até 3 de maio.
ManpowerGroup indica que 32% das empresas portuguesas querem fazer crescer as suas equipas no próximo trimestre. Projeção para a criação de emprego é mais forte no Grande Porto, seguindo-se a Grande Lisboa. Face ao período homólogo, há menos otimismo.
O partido salienta que o aumento da instabilidade e precaridade laboral é fruto de "gravosas" medidas legislativas que contribuíram de "forma evidente para desregular" as relações de trabalho e aumentar a exploração e consequente aumento da pobreza e exclusão social.
As contratações são justificadas pelo partner Fernando Matos com o "crescente número de projetos" em sectores como a banca e seguros, telecomunicações, indústria e utilities" cá e nos países onde opera: Inglaterra, Suíça e Brasil.
O Sindicato Independente de Professores e Educadores transmite esta tarde à tutela o chumbo dos professores e educadores à proposta de João Costa. "Qual o motivo de repescar um modelo de recrutamento que, comprovadamente, não resultou...!?», questiona a presidente do SIPE, Júlia Azevedo.
Não é só na política que o que parece é, mas também nos negócios, na economia, na vida em sociedade e, de uma forma geral, em todas as atividades com expressão pública.
A contratação de pessoas com deficiência é, hoje, uma necessidade. O objectivo? Aproximá-las do mercado de trabalho e dar-lhes posições de responsabilidade e visibilidade dentro das organizações.