Se os atuais líderes abrandarem a tecnologia por escrúpulos éticos ou asfixia financeira, estarão apenas a oferecer tempo e recursos para os que não o fizerem.
A advogada Margarida Rosado da Fonseca conta com uma comprovada experiência de quase 25 anos na assessoria jurídica a clientes privados e a entidades públicas. Nesta edição vem falar de Direito europeu e concorrência.
O Estado deveria fazer o sacrifício de contratar mais dívida interna evitando o risco de exposição à dívida, e recorrer mais ao mercado externo quando, internamente, não fosse possível.
Empresas focadas no futuro dos seus clientes serão por natureza mais estimulantes para os colaboradores do que apenas quando reagem aos movimentos dos concorrentes.
O que se pede é um ambiente de concorrência real, que permita a entrada de novos operadores no mercado e a consequente inovação e eventual redução dos preços.
Deverá o Governo forçar a Galp a devolver aos contribuintes parte destes lucros? O contribuinte que suporta a parte de leão deste resultado é o brasileiro, por isso a pergunta não tem sentido.
As famílias estão hoje a enfrentar uma enorme perda do poder de compra. E neste contexto, a probabilidade de assistirmos a um travão abrupto no consumo interno e à paralisação da economia é uma ameaça real.