"Quero dizer ao presidente dos EUA, Donald Trump, que não queremos uma nova Guerra Fria", sublinhou Luiz Inácio Lula da Silva, em Nova Deli, onde está em visita oficial.
Uma fonte do Ministério do Comércio indiano no domingo, refere a agência noticiosa Reuters, salientou que a decisão de adiar a visita foi tomada "após discussões" entre as autoridades dos dois países, acrescentando que "nenhuma nova data" para a visita foi definida.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros sul-coreano disse hoje que o consenso foi alcançado numa reunião entre o chefe da diplomacia de Seul, Cho Hyun, e o Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio.
“É muito perigoso para eles fazê-lo”, afirmou Trump em declarações à imprensa, referindo-se à aproximação entre o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, e o Presidente chinês, Xi Jinping, que esta semana reafirmaram em Pequim o compromisso de construir uma relação “coerente, estratégica e de longo prazo” entre os dois países.
“Conseguimo-lo: celebrámos o maior de todos os acordos comerciais e estamos a criar um mercado de dois mil milhões de pessoas. Esta é a história de dois gigantes - a segunda e a quarta maiores economias do mundo -, dois gigantes que escolhem a parceria num verdadeiro modelo em que os dois ganham”, disse a líder do executivo comunitário, em declarações em Nova Deli no final da “histórica” 16.ª cimeira UE-Índia.
Após o encontro, a Índia revelou que tem planos para duplicar o seu comércio com o país do Médio Oriente, querendo chegar aos 200 mil milhões de dólares (179,7 mil milhões de euros) até 2032.
O acordo que cria a maior área de livre comércio do mundo, abrangendo 700 milhões de pessoas, é assinado este sábado, 17. Prevê o fim progressivo de 91% das tarifas do Mercosul sobre produtos europeus e de 92% das tarifas da UE sobre importações sul-americanas.
A seguradora refere que “as novas taxas tarifárias estão a provocar uma reação em cadeia em todas as fases da economia de bens, resultando numa menor produção e transporte de matérias-primas”.
De acordo com informação dos Serviços de Alfândega da China, entre janeiro e novembro o bloco lusófono vendeu mercadorias no valor de 80,5 mil milhões de dólares (68,8 mil milhões de euros) para o mercado chinês.
Director geral da LHH|DBM Portugal diz ao JE que o e-commerce, a distribuição e as operações de armazém vão pressionar os setores do comércio e da logística, posicionando-os na primeira linha da procura pelo talento em 2026. Ainda no campo do recrutamento, indústria e engenharia poderão apresentar igualmente "fortes níveis" de crescimento.
Segundo estudo do Rhodium Group, os responsáveis africanos "terão de planear o crescimento e a transformação económica conscientes de que o seu maior parceiro comercial e de investimento poderá vir a ter um perfil muito diferente do que teve até agora". Angola é apontada como um dos países mais sensíveis à evolução da economia chinesa.
Joaquim Miranda Sarmento e Miguel Pinto Luz, terão dado garantias ao Secretário Regional da Economia madeirense de que a situação no porto de Leixões deve ficar resolvida até esta sexta-feira de manhã.
A tese é desconfortável para o Kremlin, mas os indicadores são implacáveis: Moscovo está a abdicar da sua autonomia estratégica, ao converter-se, na prática, num estado-cliente de Pequim, como consequência direta de vetores de dependência tecnológica e económica sem precedentes.
Um comunicado do Representante do Comércio dos Estados Unidos, transcrito pela agência Reuters, considerou que a busca da China pela dominância na indústria de semicondutores é "irrazoável e onera ou restringe" o comércio dos Estados Unidos, sendo, por isso, "passível de ação".
O anúncio foi feito pelo Ministério do Comércio chinês, que concluiu preliminarmente que as importações em causa – realizadas entre abril de 2023 e março de 2024 – são subsidiadas e prejudicaram de forma significativa os produtores chineses.
O Departamento do Comércio norte-americano refere, transcrito na France24, que caso a União Europeia e os seus Estados-membros "insistam em continuar a restringir, limitar e prejudicar" a competitividade dos prestadores de serviços norte-americanos "através de meios discriminatórios", os Estados Unidos "não terão outra escolha senão começar a utilizar todas as ferramentas à sua disposição para combater estas medidas injustificadas".
Apesar deste crescimento, estes valores revelam um abrandamento face ao mesmo período de 2024, com uma variação negativa de 3%, depois de três anos consecutivos com crescimento.
Alavancado pela presidência do G20 no final do ano passado, marcada pela defesa da taxação dos super-ricos e do combate à fome, o Presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, acolheu a meio do ano a cimeira dos emergentes BRICS, reforçando o discurso de maior protagonismo do Sul Global, a favor do multilateralismo, contra a imposição unilateral de tarifas e na defesa de uma moeda comum para concorrer com o dólar.
Esta performance foi conseguida à custa das vendas dentro da UE, que subiram 2,7% em cadeia, enquanto as exportações para os EUA desceram 7,8% em relação a setembro, tal como para a China, que caíram 5,8% em cadeia.
A AEP - Associação Empresarial de Portugal vai acompanhar, entre os dias 7 e 13 de dezembro, uma missão empresarial multissetorial aos EUA para identificar as oportunidades oferecidas pelo país.