O grande risco, 32 anos depois do relatório Porter e da sistematização da ideia dos clusters, é que o estudo encomendado pela CIP e pelo IDL, e patrocinado por 30 empresas, fique na mesma gaveta.
Perante a pressão para reforçar autonomia estratégica, reduzir dependências externas e competir numa geografia dominada por EUA e China, Portugal tem de afirmar-se não como mero consumidor de tecnologia, mas sim como produtor soberano de conhecimento aplicado.
Será da atividade empresarial privada que a nossa economia pode esperar criação de mais riqueza e obtenção de níveis satisfatórios da competitividade externa.