A Ciência e Inovação, que inclui o Ensino Superior tem uma despesa total consolidada de 3.841,6 milhões de euros, segundo a proposta de Orçamento do Estado para 2025, entregue esta quinta-feira na Assembleia da República.
A cerimónia formal, dia 16 de outubro, contará com intervenções de fundo de responsáveis e alunos e um debate sobre o uso de ferramentas de inteligência artificial no ensino e na investigação. Em Coimbra estará a secretária de Estado da Ciência, Ana Paiva.
O Governo aprovou esta quarta-feira o Estatuto da Carreira de Investigação Científica que vai atualizar um documento com um quarto de século, quando em Portugal o número de doutorados e cientistas era incomparavelmente mais pequeno do que hoje. O diploma seguirá para discussão e votação no Parlamento.
Na cerimónia de abertura do ano académico, Luís Ferreira, volta a alertar para o problema de fundo do subfinanciamento do Ensino Superior e salienta a importância de gerar receitas próprias e considera que a contribuição do Estado é necessária.
A parceria, que deverá durar três anos, consiste na atribuição de uma bolsa de estudo anual por parte da operadora de telecomunicações com o objetivo e promover o aumento do número de pessoas formadas em ciência e tecnologia. Há ainda planos de cooperação com estágios, teses e cátedras.
Ao envolvermo-nos e compreendermos a biotecnologia, podemos contribuir para debates sobre segurança alimentar, sustentabilidade e considerações éticas.
Cada bolsa, no valor de 750 euros, será atribuída aos estudantes que ingressem em cursos de ciência, tecnologia, engenharia, artes e matemática no ano letivo de 2024/25.
Se por psicologização da sociedade entendermos mais acesso aos psicólogos, mais literacia em saúde e como os seus contributos podem ser utilizados para o desenvolvimento e coesão social, então ainda bem.
Segundo dados divulgados hoje pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação, a maior fatia, no valor de 43 milhões de euros, corresponde a dívidas com mais de seis meses. Na lista dos credores, a Universidade do Porto é o maior, tendo a haver 8,8 milhões de euros, seguida da Universidade de Aveiro, com 8,7 milhões.
Ação de protesto decorre na próxima quarta-feira, 3 de julho, no Centro de Congressos Alfândega do Porto, por ocasião do Encontro Ciência, no qual participa o ministro da Ciência Fernando Alexandre.
O Executivo considera que esta iniciativa de 480 milhões de euros tem uma “taxa de execução muito preocupante”, portanto iniciou uma série de reuniões regionais com direções escolares e municípios e apresentou um plano de ação. Saiba quais são as medidas.
Para Rogério Colaço é fundamental antecipar e planear problemas como o envelhecimento dos professores, a contratação de investigadores e docentes ou os meios financeiros para o fazer. O presidente da maior escola de engenharia do país defende também a construção de mecanismos de apoio efetivo à I&D empresarial, de forma a criar valor acrescentado nos serviços e bens e emprego qualificado e evitar a sobrequalificação.
Marcelo Rebelo de Sousa assinala o Dia Nacional dos Cientistas, referindo que foi "consagrado em 2016 pela Assembleia da República como homenagem ao professor universitário, cientista e ex-ministro Mariano Gago, que nasceu a 16 de maio de 1948".
A proposta de Miguel Caçador e Gabriela Oliveira, alunos do mestrado em Engenharia Física da Universidade do Minho, é usar inteligência artificial num computador quântico para analisar os dados do CERN.
Projeto tem como objetivo desenhar e implementar uma estratégia transnacional que permita detetar, prevenir e mitigar a contaminação nos espaços naturais do Sudoeste da Europa. 'PFAS' são substâncias químicas altamente poluentes que se encontram em produtos de consumo como panelas antiaderentes, roupas e cosméticos.
“É igualmente importante para o trabalho científico que é feito para desenvolver essas terapêuticas”, disse esta quarta-feira o responsável global de Arquitetura Empresarial na farmacêutica anglo-sueca, na conferência anual da SAS, que decorre nos Estados Unidos.
Os sindicatos dos professores vão ser recebidos no Ministério da Educação, Ciência e Inovação nas próximas quinta e sexta-feira no que é o pontapé de partida da negociação de uma das principais reivindicações da classe: a recuperação dos seis anos, seis meses e 23 meses congelados.
Nuno Maulide, que é professor catedrático na Universidade de Viena e grande divulgador de ciência, ganhou a sua terceira bolsa ERC, desta feita, uma Advanced Grant, no valor de 2,75 milhões de euros para desenvolver investigação pioneira na chamada "ativação de ligações C-H".
Fernando Alexandre, o superministro da Educação, Ciência e Inovação, arranca o consulado com várias batatas quentes em mãos. Precariedade, salários e carreiras são problemas no Ensino Superior, diz José Moreira, presidente do SNESup, ao JE. Na Educação, o caderno de encargos da FENPROF vai muito além da recuperação do tempo de serviço dos professores.
Paulo Jorge Ferreira, reitor da Universidade de Aveiro e presidente do CRUP, diz nesta entrevista que o problema é que não existe garantia de financiamento além de 2024 para o FCT-Tenure. Programa visa contratação de até 1000 investigadores e prevê transferência gradual dos custos da FCT para as instituições.