cgtp

Confederação do Comércio e Serviços critica greve geral: “Inédita na história da concertação social”

A Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP) anunciou a sua posição em relação à greve geral, criticando as centrais sindicais por avançarem para a paralisação "antes de esgotados os mecanismos de negociação". A CCP elogia as propostas de reforma laboral e apela a que se retomem as negociações para alcançar um acordo tripartido.
Confederação do Comércio e Serviços critica greve geral: “Inédita na história da concertação social”

Greve Geral: AHP pede a Governo e Confederações que “construam pontes” de diálogo

A CGTP anunciou no sábado a convocação de uma greve geral para 11 de dezembro devido à lei laboral à qual também se associou a UGT acabou por se associar. É a primeira primeira greve geral conjunta das duas centrais sindicais nacionais, desde 2013, quando a troika ainda estava em Portugal. "Sendo uma greve convocada pelas duas centrais sindicais [é preciso] procurar esse entendimento conjunto", defendeu o presidente da Associação da Hotelaria de Portugal, Bernardo Trindade, ao JE.
Ruben Pires e Lusa10 Nov
Greve Geral: AHP pede a Governo e Confederações que “construam pontes” de diálogo

Duas ministras da Saúde do PS dão a cara contra a reforma laboral juntamente com Carvalho da Silva

Marta Temido e Ana Jorge e o antigo secretário-geral da CGTP, Manuel Carvalho da Silva, assinam o documento que apela à CGTP e UGT união na resposta à reforma laboral do Governo. Augusta de Sousa, antiga bastonária dos Enfermeiros, do núcleo impulsionador do movimento, diz ao JE, estar certa de que a CGTP "fará o caminho da convergência quando for necessário". Falta a reação da UGT.
Almerinda Romeira22 Ago
Duas ministras da Saúde do PS dão a cara contra a reforma laboral juntamente com Carvalho da Silva

Deixar de criminalizar trabalho não declarado é regressar à “selva autêntica”

Sindicato afeto à CGTP não compreende razão de ser do fim da criminalização do trabalho não declarado à Segurança Social, como propõe o Governo no anteprojeto da reforma laboral, e avisa que a medida funcionará como um "convite à informalidade" do trabalho doméstico, mas também de outros setores, como o da agricultura e da hotelaria. "É voltar à selva autêntica" que vigorou até 2023, afirma Vivalda Silva, dirigente do STAD.
Melissa Lopes20 Ago
Deixar de criminalizar trabalho não declarado é regressar à “selva autêntica”

‘Compra’ de férias: Patrões concordam com ideia base, sindicatos apontam riscos

Governo vai apresentar esta quinta-feira aos parceiros sociais mexidas na legislação laboral, nomeadamente a proposta que dá aos trabalhadores a possibilidade de gozarem um ou mais dias de férias, com redução no salário, mas sem prejuízo nos outros direitos. Confederações patronais concordam com a ideia "base" e definem condições para que a proposta tenha pernas para andar. Centrais sindicais esperam para ver conteúdo da medida mas alertam para impossibilidade jurídica e para uma "desigualdade gritante" caso a ideia avance tal e qual como o executivo a designou no seu programa. Serviços mínimos e fim das restrições à subcontratação estarão também em cima da mesa.
Melissa Lopes24 Jul
‘Compra’ de férias: Patrões concordam com ideia base, sindicatos apontam riscos