De acordo com a nota de fecho de mercados do Millennium Investment Banking, “as bolsas europeias encerraram em alta, motivadas pelo alívio dos preços do petróleo e dos yields da dívida soberana. O PSI acompanhou o exterior, com o BCP e a EDPR, que recebeu um upgrade significativo, a liderarem os ganhos”.
As maiores subidas na bolsa portuguesa vão para a Teixeira Duarte que avança 2,17% para os 0,47 euros, seguida pela EDP Renováveis que valoriza 1,95% para os 12,57 euros, e a Jerónimo Martins sobe 1,66% para os 17,11 euros.
As maiores subidas na bolsa portuguesa vão para a Ibersol que valoriza 1,44% para os 9,88 euros, seguida pela Sonae que avança 1,24% para os 2,04 euros, e a EDP sobe 1% para os 4,82 euros.
De acordo com a agência Bloomberg, que cita fontes familiarizadas com o projeto, a empresa chinesa pretende lançar as bases para "avaliar o sentimento dos investidores", através de reuniões preliminares que poderão ter início ainda este mês.
Consoante o prazo de maturidade, desde agosto, as obrigações têm sido batidos de forma sucessiva máximos que remontam à crise financeira de 2007/2008 e até a anos anteriores. Saiba para que servem e que efeito possuem.
O marketing formal para a estreia nos mercados financeiros pode iniciar-se na semana de 9 de novembro, avançou a agência noticiosa Bloomberg, citando fontes conhecedoras do processo. Essas mesmas fontes referiram que as negociações para a entrada em bolsa da Anthropic estão a decorrer, e podem sofrer alterações, mas a expetativa é que a estreia seja feita antes do final de 2026.
As maiores descidas na bolsa portuguesa vão para a Jerónimo Martins que quebra 2,50% para os 17,18 euros, seguida pelo Banco Comercial Português (BCP) que desliza 0,99% para os 1,14 euros, e pela Teixeira Duarte que desvaloriza 0,71% para os 0,48 euros.
Os principais índices norte-americanos contrariam o sentimento europeu na abertura de sessão, e regista ganhos. O dia norte-americano vai ser marcado pelos dados da atividade da indústria.
As principais praças europeias seguem no 'vermelho', penalizadas pela nova subida do preço do petróleo e pelas discussões no governo francês de reduzir o défice orçamental.
As maiores descidas na bolsa portuguesa vão para a Sonae que quebra 2,38% para os 2,05 euros, seguida pela NOS que desce 2,14% para os 5,26 euros, e os CTT deslizam 2,03% para os 6,02 euros.
Às 06:00, o Brent, referência europeia para o crude, negociava em queda significativa numa sessão que marcou a transição do contrato de futuros de novembro para dezembro.
O índice do dólar, que mede o desempenho da moeda norte-americana face a outras moedas, onde se inclui o euro, chegou ao seu nível mais elevado desde julho.
Os hedge funds norte-americanos compraram 87 mil milhões de dólares (76,5 mil milhões de euros) em títulos do tesouro dos Estados Unidos no primeiro semestre (26,4 mil milhões de dólares, ou 23,2 mil milhões de euros, no primeiro trimestre, e 60,6 mil milhões de dólares, ou 53,3 mil milhões de euros, no segundo trimestre).
As maiores subidas na bolsa portuguesa vão para a EDP Renováveis que valoriza 1,88% para os 13,01 euros, seguida pela EDP que avança 1,63% para os 4,85 euros, e o Banco Comercial Português (BCP) que sobe 1,31% para os 1,23 euros.
Os principais índices norte-americanos abriram a sessão desta terça-feira entre ligeiros ganhos e ligeiras perdas, com a baixa do petróleo e o alívio do rendimento das obrigações do tesouro a animarem os investidores.