A Galp Energia terminou a última sessão da semana a subir, 3,42% para 22,96 euros, liderando os ganhos do PSI e beneficiando da subida dos preços do petróleo
O PSI ficou ligeiramente acima da linha d'água, com a Mota-Engil a registar ganhos de quase 2%. As principais praças europeias subiram mais do que Lisboa, num dia animado nos mercados.
As principais praças europeias viveram leves ganhos na terça-feira, exceção feita à Alemanha, que registou uma queda ligeira. A inflação nos EUA ficou abaixo do esperado e deixou os investidores com um sorriso, sendo que agora é a vez de a Alemanha publicar o mesmo indicador.
As principais praças europeias foram palco de descidas pouco acentuadas. Defesa e Energia foram os setores mais penalizados, em função do alívio da reunião marcada para sexta-feira, que deverá reunir Trump e Putin para um acordo de paz no leste europeu.
A bolsa acompanhou o sentimento generalizado entre as principais praças da zona euro, marcado por leves descidas. O setor das renováveis foi o mais castigado e o PSI não foi exceção, com a EDPR a liderar as quedas.
Um estudo do Bank of America, permitiu concluir que o grupo que envolve as maiores tecnológicas que estão cotadas em Wall Street se manteve no topo da lista. Por outro lado, um pequeno número de inquiridos antevê uma queda forte dos mercados.
Os mercados europeus registaram um sentimento maioritariamente positivo na sexta-feira, ainda que de forma pouco expressiva. Eventuais novidades sobre a guerra entre Rússia e Ucrânia estão em foco na nova semana.
O índice PSI registou uma ligeira subida na sessão de sexta-feira, com três das cotadas a valorizarem mais de 2%. Entre as congéneres europeias, o dia foi marcado por curtas mexidas, sobretudo positivas.
O PSI registou subidas acentuadas nos mais variados setores, mas as quedas das energéticas impediram que o índice acompanhasse as subidas mais acentuadas registadas nas principais congéneres europeias.
Aquele banco, a par da EDP e da EDP Renováveis registaram subidas acima de 13%, ao mesmo tempo que as transações no mercado secundário a contado subiram 14% em apenas um mês.
Os mercados viram subidas nos índices de referência do continente europeu, apesar de a indústria farmacêutica ter sido fortemente castigada pela nova ameaça de tarifas de Trump.
O índice PSI registou um acréscimo na linha daqueles que foram observados entre as principais congéneres europeias. A cotada da construção esteve em forte alta e liderou as subidas no índice.
A inesperada queda nas vendas dos serviços nos EUA castigou os mercados na terça-feira, mas estes acabariam por fechar o dia com ligeiras subidas. Seguem-se as vendas a retalho na zona euro e os resultados de empresas como McDonald's e Novo Nordisk.
Apesar de as principais praças europeias terem denotado maioritariamente subidas, Lisboa não foi pelo mesmo caminho. Castigado pelo BCP e pelo grupo EDP terminou o dia em perda.
Os principais índices europeus mostraram indefinição na sexta-feira, com os resultados de determinadas empresas em foco. O acordo entre UE e EUA no âmbito das tarifas vai gerar reações entre os mercados.
As principais praças do continente não mostraram um rumo claro e o PSI seguiu pelo mesmo caminha, ao registar uma leve descida. De qualquer modo, o índice viu-se penalizado pelas ações da Navigator e REN, cujos resultados apresentados na véspera desiludiram os mercados.
A banca alavancou as bolsas europeias, em particular a de Madrid, a beneficiar dos resultados apresentados pelo Bankinter, que valorizou quase 7% na sessão. Por cá, o PSI registou um leve ganho, impulsionado precisamente pelo BCP.
Apesar do sentimento amplamente positivo que se viveu entre as principais congéneres europeias, o mesmo não chegou ao PSI, que terminou as negociações em terreno negativo. No exterior, destaque para os disparos no setor automóvel.
As principais praças europeias registam subidas que refletem o ânimo dos investidores. Ainda assim, essa ideia não transparece para Lisboa, onde o PSI está a negociar no 'vermelho'.
Lisboa fechou no 'verde' mas, entre as principais praças europeias, o sentimento foi bastante distinto, sobretudo na bolsa de Frankfurt. Em semana de apresentação de contas de muitas gigantes empresariais, aproxima-se a decisão do BCE no que diz respeito a taxas de juro e os mercados exibiram receios.