bens alimentares

“Fim do IVA zero vai pressionar orçamentos das famílias”, diz APED

Com o fim da isenção de IVA, e apesar da queda que se tem verificado na taxa de inflação, até ao final de janeiro haverá aumento de preço em alguns produtos, avisa o diretor-geral da Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED). Aumentos decorrem da reintrodução da taxa de imposto de 6%, mas também da pressão dos custos das matérias-primas e energia.
“Fim do IVA zero vai pressionar orçamentos das famílias”, diz APED

Cabaz de bens alimentares essenciais custa hoje mais 35 euros do que há nove meses

Desde que a guerra na Ucrânia começou, o cabaz de bens alimentares essenciais aumentou 19,31% (mais 35,44 euros), custando agora 219,07 euros fase aos 185 euros registados em fevereiro, alerta Deco Proteste. O peixe e os laticínios são as categorias com os maiores aumentos entre 23 de fevereiro e 7 de dezembro, com subidas de 22,64% e 22,10%, respetivamente.
Cabaz de bens alimentares essenciais custa hoje mais 35 euros do que há nove meses

Apelo em tempo de negação

É moralmente insuportável a despesa pública que se antecipa por ocasião e por causa das celebrações natalícias 'vis a vis' as consequências para os mais pobres de uma inflação de 10% e uma inflação nos produtos alimentares acima de 20%.
Apelo em tempo de negação

Em seis meses, cabaz de bens alimentares essenciais passou de 185 para 206 euros, alerta Deco Proteste

Desde que a guerra na Ucrânia começou, o cabaz de bens alimentares essenciais aumentou 21 euros. A pescada fresca e os brócolos sofreram o maior aumento de preço entre 1 de março e 31 de agosto, de 67% e 47%, respetivamente. Também na maioria dos alimentos de primeira necessidade encareceram: em 63 produtos, 55 aumentaram de preço. É o caso do óleo alimentar, batata vermelha, frango inteiro, bife de peru e das costeletas de porco.
Em seis meses, cabaz de bens alimentares essenciais passou de 185 para 206 euros, alerta Deco Proteste

Que fazer agora?

A Rússia defendeu-se das sanções com medidas retaliatórias para fazer com que o efeito das sanções fosse reflectido mais rapidamente no Ocidente. Como irá a situação evoluir?
Rui Mayer, Advogado19 Jul
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