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Bancos preveem apertar crédito a PME e ligeira redução da procura por crédito à habitação até final do ano

Nas questões ad hoc, as instituições indicam que o acesso às principais fontes de financiamento a retalho e por grosso não se alterou nos últimos três meses, mas preveem uma deterioração nos próximos três. O agravamento deverá incidir no financiamento através de dívida de médio e longo prazo, na titularização de empréstimos a empresas e à habitação e na capacidade de transferência de risco para fora do balanço.
Maria Teixeira Alves27 Out
Bancos preveem apertar crédito a PME e ligeira redução da procura por crédito à habitação até final do ano

Lucros dos cinco maiores bancos caem 2,7% no primeiro semestre, mas mantêm-se acima dos 2,5 mil milhões

Cinco maiores bancos lucram 2,54 mil milhões no primeiro semestre apesar da pressão na margem financeira. Mas enquanto o BCP acelera com um crescimento de quase 13%, o Novobanco e o BPI desaceleram fortemente (-15,6% e -13%), e o Santander regista uma quebra de quase 5%. A subida da CGD foi de apenas 2,2% e sustentada em parte pela libertação de provisões. No Novobanco a queda aparatosa é explicada pelo impacto de custos extraordinários associados ao processo de venda do banco ao Groupe BPCE.
Maria Teixeira Alves5 Ago
Lucros dos cinco maiores bancos caem 2,7% no primeiro semestre, mas mantêm-se acima dos 2,5 mil milhões

Quatro grandes bancos mantêm lucros de 2,17 mil milhões no primeiro semestre. BCP destaca-se

Os quatro bancos portugueses que já apresentaram contas no primeiro semestre de 2026 — CGD, BCP, Santander e BPI — somam 2.170,6 milhões de euros em lucros, em linha com o ano anterior. Mas o montante agregado esconde dinâmicas muito distintas, pois, enquanto o BCP acelera com um crescimento de quase 13%, o BPI desacelera fortemente (-13%) e o Santander regista uma quebra quase de 5%.
Maria Teixeira Alves3 Ago
Quatro grandes bancos mantêm lucros de 2,17 mil milhões no primeiro semestre. BCP destaca-se

Bancos perdem terreno para fintechs e enfrentam perdas de seis biliões até 2030

"Esta erosão poderá representar uma perda global entre cinco e seis biliões de dólares até 2030, à medida que novos players digitais ganham escala, acesso a dados e proximidade ao cliente. No início dos anos 2000, os bancos incumbentes captavam mais de 95% das receitas nos seus mercados. Atualmente, esse valor ronda os 80% e poderá cair para cerca de 65% até ao final da década, refletindo uma transformação estrutural no setor", revela um estudo da Bain & Company.
Ruben Pires31 Mar
Bancos perdem terreno para fintechs e enfrentam perdas de seis biliões até 2030