Banco de Portugal

BdP promete “vigilância apertada” ao crédito em 2026 e define geopolítica e digitalização como prioridades

O regulador nacional alinhou-se com o Mecanismo Único de Supervisão para impor maior resiliência financeira e operacional. O foco recai sobre a correção de preços no crédito, a exposição a conflitos internacionais e a implementação rigorosa do regulamento DORA. "Será dada particular atenção à justificação de operações realizadas abaixo dos custos", avisa o regulador, sinalizando uma vigilância apertada sobre práticas comerciais que possam comprometer a sustentabilidade a longo prazo.
Maria Teixeira Alves25 Abr
BdP promete “vigilância apertada” ao crédito em 2026 e define geopolítica e digitalização como prioridades

Bancos devolveram aos clientes 8,9 milhões relativos a juros e encargos indevidamente cobrados

Além disso,  acrescenta o supervisor da banca, foram iniciadas 479 averiguações a atividades financeiras ilícitas, o que representa um aumento de 149 face a 2024. "No plano sancionatório, foram instaurados 359 processos de contraordenação e concluídos 720 (mais 150 do que no período anterior), resultando na aplicação de coimas que totalizaram 6,3 milhões de euros", segundo o BdP.
Maria Teixeira Alves23 Abr
Bancos devolveram aos clientes 8,9 milhões relativos a juros e encargos indevidamente cobrados

Topo da Agenda: o que não pode perder nos mercados e na economia esta semana

A semana começa com mais uma reunião do Governo, confederações patronais e UGT para discutir a proposta de alteração à lei laboral. No mesmo dia, António José Seguro inicia a sua primeira Presidência Aberta nas zonas do país afetadas pelas tempestades de janeiro e fevereiro. Pelas 20 horas portuguesa termina o prazo dado por Donald Trump para o Irão reabrir o estreito de Ormuz. Tudo isto apenas na sergunda-feira numa semana em que os preços do gasóleo e gasolina continuam a aumentar.
Filipe Gil6 Abr
Topo da Agenda: o que não pode perder nos mercados e na economia esta semana

Banco de Portugal está mais pessimista para este ano: crescimento de 1,8% e inflação de 2,8%

A autoridade estatística antecipa uma desaceleração mais forte do PIB, retirando cinco décimas ao crescimento económico esperado face a dezembro, e uma subida maior dos preços. Guerra no Irão é a grande responsável, mas tempestades também contribuíram. Cenário não é pior por causa do mercado de trabalho, do PRR e da "política orçamental expansionista". Este cenário assume que a guerra não vai ser prolongada.
Banco de Portugal está mais pessimista para este ano: crescimento de 1,8% e inflação de 2,8%