A qualidade de vida deve entrar nas contas das políticas públicas. O crescimento económico ganha sentido quando melhora, de forma verificável, a vida das pessoas.
Talvez o verdadeiro indicador do nosso sucesso europeu não deva ser quanto conseguimos receber no próximo orçamento, mas quanto conseguimos reduzir a necessidade de continuar a recebê-lo.
Conhecer o valor das decisões do passado, ajudaria, talvez, a introduzir a virtude moral aristotélica nas decisões a tomar: a perícia e o conhecimento científico, a sabedoria e o poder de compreensão do todo.