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Arte e política

O vazio político que se vive neste tempo, procura alienar os artistas da sua liberdade de criação, e da sua expressão particular de luta, não sujeita ao consumo nem ao sistema; nem tão pouco a aprisionamentos de qualquer espécie, dando expressão às necessidades do Homem e da humanidade, promovendo a transformação social face à miséria cultural e social a que se assiste.
Arte e política

Bienal de Arte de Veneza: E se adiássemos o fim do mundo?

Até 22 de novembro, a mais importante Bienal de Arte do mundo continua a espelhar o que nos incomoda, fascina, faz estremecer. De dúvidas, de emoção ou de puro deleite estético. Veneza viveu dias agitados na abertura, equilibrou-se, qual funâmbulo na corda da incerteza, e interpela-nos. É esse o papel da arte.
Ana Pina21 Ago
Bienal de Arte de Veneza: E se adiássemos o fim do mundo?

Verão também rima com exposições

Quatro exposições, quatro propostas distintas. Da Índia que em Évora nos mostra tradições ancestrais e linguagens contemporâneas, passando pelos Açores, Sintra e Coimbra, onde se propõe um diálogo entre duas extraordinárias pintoras portuguesas, Aurélia de Sousa e Vieira da Silva.
Ana Pina11 Ago
Verão também rima com exposições

Quem não encaixa no sonho americano? A lente de Vivian Maier dá-nos pistas

“Vivian Maier. Antologia”, no Centro Português de Fotografia, no Porto, dá-nos a oportunidade de ver, olhos nos olhos, a mulher que fez da fotografia o seu legado. Sem nunca o ter mostrado a terceiros, sem nunca ter procurado a celebridade. Com a sua câmara captou a beleza da banalidade, os invisíveis da sociedade americana. Anne Morin, curadora da exposição, fala-nos da força da obra de Vivian Maier e da sua insaciável curiosidade.
Ana Pina11 Jul
Quem não encaixa no sonho americano? A lente de Vivian Maier dá-nos pistas

Babell convoca o poder da palavra e da escuta para nada ficar igual

Se a literatura contemporânea tivesse um mapa seria o da diversidade de línguas, geografias e, claro, sensibilidades criativas. No Porto, nomes maiores da letras mundiais e nacionais vão lembrar isso mesmo. Que a cultura é uma janela aberta à imaginação e ao mundo. Ao seu pluralismo e complexidade. Bem-vindos ao Babell.
Ana Pina20 Jun
Babell convoca o poder da palavra e da escuta para nada ficar igual

Uma coleção de arte que mede o pulso do nosso tempo

Há mais de 40 anos que José Carlos Santana Pinto norteia a sua existência pelo colecionismo. Pela ideia da arte como interpelação. “O belo tem de fazer perguntas”, diz. Mas não se pense que o “belo” que o move é linear, óbvio, figurativo. É muitas vezes perturbador. Como a vida.
Ana Pina18 Jan
Uma coleção de arte que mede o pulso do nosso tempo