“São os almoços necessários. Nem é muito nem é pouco”, defende Isaltino Morais
Quando questionado sobre se 139 mil euros é um valor avultado para almoços de trabalho, o presidente da Câmara de Oeiras diz que não, lembrando que as contas foram "feitas a seis anos". "Quando se convida uma entidade qualquer para almoço, não se pode dizer que não podem escolher lavagante", atirou.