Parecendo improvisar, Donald Trump está a tomar decisões programadas e refletidas. A improvisação faz parte da sua imagem de marca, do decisor capaz de, em pouco tempo, revirar o mundo.
Acordo celebrado entre o grupo Media Nove e o conceituado diário brasileiro prevê a troca de conteúdos editoriais e abre a porta a outras formas de cooperação. Os leitores do Jornal Económico têm acesso ao que de melhor se faz no jornalismo de referência do Brasil.
Em “democracia não há espaços vazios”. Daí que muitos movimentos, tornados partidos e com representação parlamentar, sejam os herdeiros quase naturais de uma desestruturação do sistema.
É extremamente positivo que a União Europeia se posicione ativamente na procura de novos equilíbrios. Por todas as razões e por um passado colonial que ainda pesa, esta será a forma de a UE se manter como ator global.
O rumo dos juros diretores marca a tónica da semana, que arranca com discursos dos dirigentes do Banco Central Europeu. Até sexta-feira, ficaremos também a sabor como evoluiu o PIB e que sectores mais contribuem para a economia nacional. Pelo meio, o Governo responde no Parlamento sobre a revisão dos certificados de aforro. Saiba o que lhe reserva a semana.
Depois da surpresa indesejada de abril, em que a inflação voltou a subir inesperadamente no bloco euro, os analistas projetam agora a uma retoma da trajetória de recuo que se vinha verificando há cinco meses. O consenso do mercado aponta para 6,3% em termos homólogos e a inflação subjacente também será monitorizada de perto, depois de finalmente começar a recuar no mês passado.
A semana reserva novos dados que deverão confirmar o abrandamento da inflação para os 7,4%. Termina esta segunda-feira o prazo de apresentação de propostas melhoradas à compra da Efacec e até sexta-feira caduca a OPA da Sonae à Sonaecom. Antes disso, o 'chairman' da TAP, Manuel Beja, é ouvido no Parlamento.
O arquiteto David Chipperfield, prémio Pritzker 2023, considera que “a maioria dos arquitetos que trabalha nos ateliês está largamente divorciado da academia, como se ideias, críticas e investigação histórica fossem irrelevantes”.