"A falta de pessoal nas agências é uma realidade que o STEC vem denunciando, com graves consequências nos trabalhadores", afirma o sindicato, apontando também para a "óbvia degradação da imagem da CGD" no atendimento aos clientes.
O caso remonta a dezembro de 2020, quando a Empresa do Grupo CGD, CLF – Caixa Leasing e Factoring - Sociedade Financeira de Crédito, foi integrada na Caixa Geral de Depósitos.
O STEC apresentou à Administração da CGD a sua proposta de revisão salarial para o ano de 2024, correspondente a 7% de aumento, com um mínimo de 125 euros.
O sindicato diz que a administração da CGD, ao excluir deste apoio extraordinário os trabalhadores com rendimentos mensais superiores a 2.700 euros, praticou um ilícito, violando o estabelecido no Código do Trabalho.