“Os jovens serão referenciados pelos médicos de família ou por referenciação interna do ICAD”, disse à agência Lusa a presidente do ICAD, Joana Teixeira.
Os estudos sérios e com rigor são dispendiosos e demorados e só na última década foi possível estabelecer uma correlação entre o consumo de redes sociais e da Internet e o impacto que têm na atenção e na saúde mental.