Em comunicado, a Câmara Municipal de Almada (CMA), no distrito de Setúbal, explica que estão a ser equacionados dois cenários de fornecimento: um primeiro, com uma capacidade entre quatro e seis milhões de metros cúbicos por ano, e um segundo, entre 10 e 12 milhões de metros cúbicos por ano, que permitirão assegurar a redundância do sistema.
“Temos, ao dia de hoje, cerca de 84 mil utilizadores que não têm a parte de comunicação. Começámos no dia 30 [de janeiro] com 307.900, entre móveis e fixo”, disse Paulo Fernandes aos jornalistas, em Leiria, num ponto de situação sobre os prejuízos e os trabalhos em curso para a recuperação, três semanas depois de a depressão Kristin ter atingido o país.
“Estamos, neste momento, hoje de manhã, com 115 mil apólices que foram acionadas. Estamos com mais de duas mil apólices acionadas por dia, o que é um número brutal”, afirmou Paulo Fernandes aos jornalistas, em Leiria, num ponto de situação sobre os prejuízos e os trabalhos em curso para a recuperação.
Numa nota publicada na página de Internet da Associação de Beneficiários do Caia (ABCAIA), consultada pela agência Lusa, é indicado que a descarga vai ocorrer na segunda-feira, “com início no período da manhã”.
Segundo Maria da Graça Carvalho, quando o Governo tomou posse em 2024, os projetos no Algarve na área da água tinham uma participação de 45%, porque estavam não agregados, já que apesar de com o Programa Operacional (PO) a participação ser de 60%, a penalização de 15% reduzia o cofinanciamento, o que tornava “muito difícil” a execução destes projetos.
Através de um comunicado, a organização não-governamental (ONG) instou Israel a permitir a importação em grande escala de equipamento que permita fornecer e distribuir água e sublinhou que o exército israelita “deve parar a destruição das infraestruturas de água e permitir a reparação imediata dos sistemas de água que foram danificados”.
Em comunicado conjunto, a Comissão Europeia e a alta-representante para os Negócios Estrangeiros e Política de Segurança, Kaja Kallas, condenaram hoje "veementemente a destruição deliberada de infraestruturas da UE".
O Executivo pediu à Agência Portuguesa do Ambiente para elaborar uma solução para a falta de água em Mértola, onde as "localidades são afetadas, todos os anos, por grandes défices hídricos".
O custo médio quadriplicou nos sectores da energia e água, em que as infraestruturas obrigam a investimento mais forte da parte das empresas, indica um estudo. Os resgates também ficaram mais caros, com o pagamento médio a atingir os 2,3 milhões nos dois sectores.
O presidente da Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL) está convencido de que a continuação da situação de seca extrema na região vai levar muito em breve as autoridades a suspender temporariamente o aumento da área agrícola.