O PS é, e continuará a ser, um grande partido se não cair em tentações hegemónicas de poder absoluto ou, num futuro próximo, abandonar a moderação e cair nos braços do extremismo de esquerda.
Ministros e ex-ministros estão furiosamente a disputar o poder, as benesses e os lugares na administração pública, que alegremente distribuem entre amigos, familiares e até cônjuges.