O novo ano chinês arrancou a 22 de janeiro e marcou a entrada no ano do coelho, considerado um ano de esperança. É verdade que o ano do dragão só tem lugar em 2024, mas na cultura chinesa o dragão ajudou o coelho a atravessar um rio e a chegar ao palácio do imperador de Jade, tornando-se no quarto animal do zodíaco; pela ajuda, Jade transformou o dragão no quinto animal do calendário.
Os dados que começam a chegar da China indicam que o Império do Meio está a recuperar depois de duros anos devido à pandemia da Covid-19 e às duras regras de confinamento. O índice de confiança dos gestores na indústria está num máximo desde 2012; na indústria, as novas encomendas atingiram o nível mais elevado desde 2017, com as novas encomendas para exportação no valor mais alto desde 2011; o emprego na indústria subiu pela primeira vez em dois anos.
Durante o fim de semana teve lugar a cimeira Duas Sessões, que incluiu o encontro anual do Partido Comunista Chinês. Foi aqui que Pequim anunciou que prevê um crescimento de cerca de 5%, o mais baixo em mais de três décadas. O consenso dos economistas consultados pela “Bloomberg” aponta para 5,3%.
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