Moedas defende que lucros da JMJ sejam partilhados com os lisboetas

“Não falhámos. Entregámos a melhor Jornada de sempre. Tenho a certeza de que a Fundação JMJ saberá também reconhecer esta entrega”, frisou Carlos Moedas. 

Moedas defende que lucros da JMJ sejam partilhados com os lisboetas
Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas, na conferência "Mais Habitação - proteção, regulação ou travão?", promovida pelo JE e pelo NOVO. Fotografia de Cristina Bernardo

O presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas, sugere que o lucro da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) seja entregue aos habitantes da cidade. As declarações foram feitas num evento que se realizou na segunda-feira, na Praça do Município, para assinalar o primeiro ano desde a chegada dos símbolos da JMJ à capital portuguesa.

“Não falhámos. Entregámos a melhor Jornada de sempre. Tenho a certeza de que a Fundação JMJ saberá também reconhecer esta entrega”, frisou Carlos Moedas.  “Os lisboetas deram tudo de si e receberam tanto, tanto em troca. Que continuem a receber porque merecem por tudo o que deram”, acrescentou.

O autarca de Lisboa sublinhou que “o Papa João Paulo II disse uma vez que ‘trabalhar é um trabalhar com os outros e um trabalhar para os outros’. Foi exatamente isso que fizemos em Lisboa. Trabalhámos todos em conjunto, com união”.

Além disso, Carlos Moedas disse que entre as sugestões já feitas pelo município à Fundação JMJ está a criação de residências para estudantes. “Temos muitas e boas ideias de projetos para jovens. É uma decisão que tem de ser conversada entre as partes, mas não é da câmara municipal. É da Fundação JMJ”, afirmou.

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