Um estudo da Randstad revelou, esta sexta-feira, que mais de metade dos profissionais consideram que as medidas de flexibilidade aplicadas na sua empresa já não são eficazes.
Além disso, “56,2% dos inquiridos referem que reter o talento será o maior desafio para as empresas e departamentos de recursos humanos”. No entanto, “também a escassez de talento no que respeita à atração de novos profissionais, é apontada como um desafio em larga escala”.
“É ainda indicado que 83,9% das empresas planeiam contratar nos próximos 12 meses, sendo que, entre os motivos de contratação está a rotação dos profissionais (26,6%), seguida da intenção de crescimento de negócio (20,7%) e a procura de novas competências e habilidades (15,6%)”, destacou a Randstad.
No que diz respeito às competências mais procuradas, o estudo indicou que “a orientação para os resultados e a capacidade de adaptação revelam-se as competências mais exigidas pelas empresas, com valores de 43,8% e 43,1%, respetivamente”.
Sobre a Inteligência Artificial, a Randstad referiu que “a transformação digital e a inovação tecnológica são os fatores que mais irão marcar o futuro do mercado de trabalho, segundo as respostas das empresas”.
Quanto ao teletrabalho, o estudo apontou que “47,4% dos profissionais entrevistados ainda trabalham em empresas que adotam um modelo 100% presencial”. “Face a estes dados, 44,3% dos profissionais consideram que o ideal seria ter um modelo híbrido e 30% um modelo totalmente flexível”.