Lucros da Baidu crescem 28% para 836 milhões de euros no terceiro trimestre

A empresa de tecnologia chinesa apresentou hoje os seus resultados trimestrais, que revelaram um bom desempenho da empresa. As receitas ficaram nos 4,721 mil milhões de dólares, e os lucros subiram 28% face ao período homólogo.

Lucros da Baidu crescem 28% para 836 milhões de euros no terceiro trimestre
Baidu Headquarters

A Baidu terminou o terceiro trimestre do ano com um lucro de 916 milhões de dólares (836 milhões de euros), o que corresponde a um aumento de 28% face ao trimestre anterior, segundo o comunicado da empresa citado pela “Reuters” esta terça-feira, 21 de novembro.

A empresa tecnológica chinesa especializada em serviços e produtos relacionados com a internet e a inteligência artificial (IA), divulgou os seus resultados trimestrais e conseguiu ter um crescimento de 6% face ao período homólogo, nas receitas, tendo atingido os 4,721 mil milhões de dólares. Um valor que ficou ligeiramente acima das expectativas dos analistas.

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (EBITDA) da empresa no terceiro trimestre do ano chegou aos 1,303 mil milhões de dólares, o que significa a uma subida de 7% em comparação com o período homólogo.

Robin Li, CEO da Baidu, afirma que “a empresa reportou resultados sólidos no terceiro trimestre, demonstrando resiliência numa economia com clima desafiante. Estou particularmente satisfeito com os nossos contínuos aprimoramentos tecnológicos e melhorias de produtos no contexto de oportunidades emergentes em IA generativa e modelos básicos”.

Relacionado

Lufthansa irá arcar com eventuais remédios diretamente para entrar na TAP, afirma Governo

Lufthansa irá arcar com eventuais remédios diretamente para entrar na TAP, afirma Governo

Respondendo a perguntas da líder parlamentar do PCP Paula Santos sobre a operação, Hugo Espírito Santo lembrou que “existe o compromisso de que o comprador irá arcar com os remédios regulatórios diretamente”, mas rejeitou especular sobre as condições e obrigações que o executivo comunitário possa vir a decidir enquanto guardião dos tratados europeus em matéria de concorrência.