A bolsa de Lisboa está a recuar 1,10%, até aos 6.462,06 pontos, com as perdas mais acentuadas a serem registadas por cotadas do sector da energia.
A Galp regista o maior tombo, na ordem de 3,58%, até aos 13,89 euros por ação, ao mesmo tempo que a EDP Renováveis resvalou 3,45%, para 17,07 euros. A Mota-Engil derrapou 2,69%, agora em 4,34 euros. Em sentido contrário, o BCP adianta-se 0,89%, agora em 0,29 euros.
Entre os índices europeus, a maior queda observa-se em Itália, na ordem de 0,38%, ao passo que o Reino Unido resvala 0,17% e França 0,04%. Em simultâneo, o índice agregado Euro Stoxx 50 está a somar 0,03%, assim como o principal índice espanhol. A Alemanha está a ganhar 0,16%, após serem conhecidos os bons números ao nível da balança comercial em novembro deste último país.
No mercado dos combustíveis, regista-se uma queda acentuada no Brent, na ordem de 2,51% até aos 76,78 dólares por barril, ao mesmo tempo que o crude resvala 2,67%, com o barril a ser negociado em 71,84 dólares.
O euro está a adiantar-se 0,07% face ao dólar, pelo que um euro corresponde agora a 1,0949 dólares.
O PSI vê-se “arrastado pela queda expressiva da Galp Energia, perante a descida dos preços do petróleo e que afeta o setor energético. Isto depois da Arábia Saudita ter cortado os preços oficiais de venda para todas as regiões”, assinala-se na análise do departamento de mercados acionistas do Millenium Investment Banking.
Num dia de sensações mistas, o alemão DAX, é o que mais sobe, “após a revelação de que as exportações alemãs cresceram muito acima do previsto em novembro, com as importações também a registarem uma subida superior ao esperado e o saldo da balança comercial a ampliar, uma boa notícia para o PIB de uma economia que tenta escapar à esperada recessão”, referem os mesmos analistas.
“No seio empresarial, o tombo das ações da Boeing, após o incidente envolvendo um seu avião 737Max9, está a levar a uma valorização da concorrente Airbus. A Casino prolonga a forte queda da semana passada, após a Comissão Europeia ter aprovado o controlo da empresa por parte de um veículo de aquisição de um consórcio”, pode ler-se ainda na mesma análise.
Peça atualizada às 13h11