Jefferies e HSBC recomendam compra das ações da Galp

O banco de investimento Jefferies emitiu uma nota de research onde recomenda compra de ações da Galp e atribui um preço-alvo de 17,11 euros. Já o HSBC iniciou a cobertura da Galp com uma recomendação de compra dos títulos e com um preço-alvo  de 20 euros.

Jefferies e HSBC recomendam compra das ações da Galp
Galp

O banco de investimento Jefferies emitiu uma nota de research onde recomenda compra de ações da Galp e atribui um preço-alvo de 17,11 euros.

“Esperamos que a Galp mantenha a alavancagem sob controlo no 3º trimestre, apesar da elevada saída de fundos para distribuição de dividendos e aceleração de recompras das ações”, referem os analistas.

Também o HSBC iniciou a cobertura da Galp com uma recomendação de compra dos títulos e com um preço-alvo de 20 euros.

Hoje a Galp divulgou o tradicional trading update do terceiro trimestre, um conjunto de dados operacionais divulgado trimestralmente. A Galp produziu menos petróleo no terceiro trimestre e a margem de refinação caiu 68% no mesmo período, em termos homólogos.

De acordo com os dados a margem passou de 14,6 dólares por barril há um ano para 4,7 dólares no terceiro trimestre.

A produção petrolífera da Galp no terceiro trimestre ascendeu a uma média de 112 mil barris por dia, mais 6% do que no segundo trimestre. As vendas de combustíveis subiram 1% em termos homólogos.

No negócio da refinação o processamento de matérias-primas em Sines caiu 5% face ao segundo trimestre, mas estabilizou em termos homólogos. A margem de refinação da Galp caiu 39% em cadeia e 68% face ao ano passado, fixando-se no terceiro trimestre em 4,7 dólares por barril.

Relacionado

Galp admite novos investimentos em Sines mas pede maior previsibilidade regulatória

Galp admite novos investimentos em Sines mas pede maior previsibilidade regulatória

"A Galp equaciona promover investimentos adicionais, mas estes só serão viáveis com um enquadramento regulatório que permita antecipar a procura futura de longo prazo", afirmou fonte oficial petrolífera, em resposta a perguntas da Lusa, na sequência do apelo da Comissão Europeia para travar o encerramento de refinarias e aumentar a produção de combustíveis na União Europeia (UE).