Bolsa encerra no “verde” com Jerónimo Martins a avançar quase 3%

A praça de Lisboa registou um dia positivo, com três cotadas a ganharem acima de 2%. As sensações seguem a linha daquilo que se registou na generalidade das mais importantes praças europeias.

Bolsa encerra no “verde” com Jerónimo Martins a avançar quase 3%
Reuters

A bolsa de Lisboa abriu a semana com uma sessão positiva, já que o índice PSI subiu 0,75%, até aos 6.265,47 pontos, em linha com o sentimento positivo que se observou nos mercados europeus. A subida de quase 3% na cotação da Jerónimo Martins é um dos destaques.

O grupo dono da marca Pingo Doce registou um avanço de 2,97% nas negociações, até aos 18,40 euros por título, ao passo que a Ibersol ganhou 2,35% e alcançou os 6,96 euros. A Greenvolt somou 2,08% e encerrou nos 8,33 euros, ao passo que a Galp encaixou 1,94% e os títulos chegaram aos 16,02 euros.

Por outro lado, a Semapa tombou 1,58% e ficou-se pelos 14,96 euros, ao passo que a Altri recuou 1,52%, até aos 5,20 euros.

Entre os principais mercados europeus o sentimento geral é igualmente positivo, sendo que a praça de Milão tomou a liderança, ao dar um salto de 0,87%, seguida pela Alemanha, que se adiantou 0,86%. França chegou aos 0,72%, enquanto o Reino Unido chegou aos 0,44% e o índice agregado Euro Stoxx 50 escalou 0,37%. No ‘vermelho’ ficou unicamente a praça de Madrid, ao derrapar 0,04%.

Nos mercados petrolíferos, o crude está a recuar 1,50%, até aos 85,61 dólares por barril. Nas divisas, o euro recua 0,16% face ao dólar, pelo que um euro corresponde agora a 1,0852dólares nas negociações.

Relacionado

Galp admite novos investimentos em Sines mas pede maior previsibilidade regulatória

Galp admite novos investimentos em Sines mas pede maior previsibilidade regulatória

"A Galp equaciona promover investimentos adicionais, mas estes só serão viáveis com um enquadramento regulatório que permita antecipar a procura futura de longo prazo", afirmou fonte oficial petrolífera, em resposta a perguntas da Lusa, na sequência do apelo da Comissão Europeia para travar o encerramento de refinarias e aumentar a produção de combustíveis na União Europeia (UE).