A poupança é muitas vezes vista como algo distante, só acessível a quem tem rendimentos elevados. No entanto, poupar deve e pode ser um hábito cultivado por todos, independentemente da situação financeira.
Considera-se que existe um elevado nível de endividamento quando os rendimentos possibilitam apenas o pagamento das despesas mensais, não permitindo que reste algum dinheiro até ao final do mês.
Entre as exceções estão os valores dos empréstimos "destinados exclusivamente ao financiamento do investimento em soluções habitacionais" e também a contração de "dívida fundada para consolidação de dívida e regularização de pagamentos em atraso, até ao limite de 75 milhões de euros por cada região autónoma, mediante autorização".
A verba vai servir para o desenvolvimento de sistemas robóticos, sensores remotos, veículos aéreos não tripulados e veículos subaquáticos autónomos, para a vigilância e monitorização ambiental e resulta de um protocolo de cooperação conjunta.
A verba é para "apoio financeiro à construção, fiscalização da empreitada e aquisição de equipamento médico e hospitalar do futuro Hospital Central e Universitário da Madeira", refere a proposta do Orçamento do Estado para 2023.
A central terá um aumento da potência instalada de 5,2 MW elevando total para 10,8 MW. O objetivo passa por gerar uma maior capacidade de resposta na regulação do sistema elétrico e um aumento na eficiência da gestão hídrica. Com esta obra estima-se um acréscimo de produção de eletricidade de pelo menos 70%.
O sector exportador e o turismo já sentem os efeitos da valorização do dólar face ao euro, indicam especialistas consultados pelo Económico Madeira. Desde o início do ano, o número de turistas norte-americanos disparou mais de 1.300%. Contudo a desvalorização do euro torna as importações mais caras, a começar pelos combustíveis.
Os valores máximos das rendas com direito a apoio ao arrendamento na Madeira vão ser atualizados. Mas com as rendas na Região Autónoma a registarem subidas de dois dígitos ao semestre, dificilmente os apoios públicos conseguirão acompanhar a tendência do mercado.
Os economistas ouvidos pelo EM realçam que as empresas madeirenses não precisam de mais endividamento, mas sim de menos impostos e taxas, bem como menos burocracia e regulação.
O Governo Regional da Madeira adjudicou esta fase à proposta apresentada pelo agrupamento de quatro empresas madeirenses, a Tecnovia Madeira, a AFAVIAS, a Socicorreia e a RIM.